domingo, 4 de agosto de 2019

O futuro nos espera


Funcionamento da IoT na prática


Plano de ação em Iot no Brasil

           De acordo com sua missão de promover o desenvolvimento sustentável e competitivo da economia brasileira, o BNDES, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), apoiou a realização de um estudo para o diagnóstico e a proposição de plano de ação estratégico para o país em Internet-of-Things - IoT. O estudo foi conduzido pelo consórcio McKinsey, Fundação CPqD e Pereira Neto Macedo.

      Com o objetivo de realizar um diagnóstico e propor políticas públicas no tema Internet das Coisas para o Brasil, o estudo foi organizado em 4 fases:

                       1.Diagnóstico Geral e aspiração para o Brasil;
                       2.Seleção de verticais e horizontais;
                       3.Aprofundamento e elaboração de plano de ação (2018 - 2022); e
                       4.Detalhamento das principais iniciativas do plano de ação.

Os objetivos de cada fase são:

       Fase 1:  Obter visão geral do impacto de IoT no Brasil, entender competências de TIC do País e aspirações iniciais para IoT no Brasil

       Fase 2: Definir critérios chaves para seleção e priorizar verticais e horizontais

       Fase 3: Aprofundar-se nas verticais escolhidas, elaborar visão para IoT para cada vertical e elaborar Plano de Ação 2018-22

       Fase 4: Detalhamento dos 3 projetos mobilizadores do Plano de Ação, desenho de modelo de governança para o PNIoT e desenho da estrutura de monitoramento (PMO)


Para mais informações e visualização dos relatórios já publicados acessar:
https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/conhecimento/pesquisaedados/estudos/estudo-internet-das-coisas-iot

A saga da segurança na IoT


sábado, 3 de agosto de 2019

Segurança e IoT

A ponte entre a coleta de dados e o compartilhamento adequado desses dados, com segurança e proteção para todas as partes, permanece um desafio-chave na evolução deste setor. Apesar disso, é um segmento animador e que devemos acompanhar de perto. Como Bruce Schneider uma vez falou, se tudo é um computador, então segurança da computação é segurança de tudo.

   Os riscos não são apenas individuais. Pode haver problemas de ordem coletiva. Pense, por exemplo, em uma cidade que tem todos os semáforos conectados. O sistema de gerenciamento de trânsito controla cada um deles de modo inteligente para diminuir congestionamentos, oferecer desvios em vias bloqueadas por acidentes e criar rotas alternativas quando há grandes eventos. Se esse sistema for atacado ou falhar, o trânsito da cidade se tornará um caos em questão de minutos.

   A indústria precisa, portanto, definir e seguir critérios que garantam disponibilidade dos serviços (incluindo a rápida recuperação em casos de falhas ou ataques), proteção de comunicações (que, nas aplicações corporativas, deve incluir protocolos rígidos e processos de auditoria), definição de normas para privacidade, confidencialidade de dados (ninguém pode ter acesso a dados sem a devida autorização), integridade (assegurar que os dados não serão indevidamente modificados), entre outros. Vários segmentos da indústria já lidam com tais questões, mas esse é um trabalho em constante desenvolvimento. É por isso que é primordial que outro aspecto não seja esquecido: a transparência — empresas e usuários domésticos devem estar cientes dos riscos associados às soluções de IoT, assim como receber orientação para minimizá-los.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Dentro de uma Indústria 4.0


  No interior de uma indústria inteligente estão funcionando diversas tecnologias simultaneamente, como a interação entre humanos e robôs, manufaturas aditivas, veículos autônomos, painéis de monitoramento da produção, assistências remotas, etc. Essa conectividade de tecnologias, é o que caracteriza uma fábrica 4.0.

domingo, 2 de junho de 2019

Indústria Inteligente:Sistemas Ciber-físicos


  
  Nessa postagem temos um exemplo que demonstra um dos componentes mais importantes da indústria inteligente, os sistemas ciber-físicos.No vídeo, cada garrafa tem um chip RFID(Radio-Frequency IDentification ou, em português, Identificação por Rádio Frequência) que contém descrições precisas de como o produto deve ser processado, como o tipo de líquido , tampa e etiqueta. Assim, em uma indústria inteligente, a cada etapa produtiva o produto se comunica diretamente com a máquina. 

  No futuro, esses sistemas serão conectados numa rede compreensiva, que além da comunicação entre si, resulta também no autocontrole cooperativo por cada componente. Todos os dispositivos, máquinas e materiais serão equipados com sensores e tecnologias de comunicação e conectados entre si, formando os chamados sistemas ciber-físicos.


                          
  Com essa nova caraterística, a Indústria 4.0, seguindo um modelo produtivo toyotista, trabalha cada vez mais com uma produção feita sob demanda, onde os produtos se diversificam à medida que o consumidor pode ditar as descrições de como os deseja. Outra vantagem, é que como já há um autocontrole cooperativo entre as máquinas e produtos, não é mais preciso funcionários para acionar mudanças na produção , estas se tornam mais fáceis com um banco de dados já programados.